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cOM rEgInA vAteR

Em Diamantina tive, também, oportunidade de prosear e trocar trabalhos com Regina Vater. Experimentalista de primeira hora, esta brasileira radicada nos EUA (em Austin, Texas), onde vive com o marido Bill Lundberg – um “histórico” da videoarte –, é considerada por Augusto de Campos uma artista da linhagem de Duchamp e Cage, cujo círculo de relações ela freqüentou quando viveu em Nova York, na década de 1970. Deixamos no ar a vontade de novos encontros por aí. [Foto: Sandra Meira]
Escrito por ricardo aleixo às 19h28
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pOeManTO

Meu poemanto, lá em Diamantina, à luz da lente espertíssima de Foca Lisboa.
Escrito por ricardo aleixo às 00h44
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eM dIAmantiNA

Triste com a notícia da morte – na última quarta, aos 54 anos – do escritor José Maria Cançado, meu amigo desde o início da década de 90, volto de Diamantina com a cabeça ainda plena das emoções vividas por lá ao longo da semana que passou. À memória do já saudoso Zé Maria, que sempre incentivou minhas errâncias poéticas, dedico o sucesso da apresentação de mais uma sessão de Um ano entre os humanos, na noite de quinta-feira, dia 20, quando mais de trezentas pessoas vibraram com nossas invencionices no palco do Teatro da Casa da Glória. A própria formação do grupo (lembrar que se trata de um espetáculo solo...) era curiosa. Tirando a bonita e afinadíssima Gabriela Pilati, com quem eu ainda não havia trabalhado, formávamos no palco o que bem pode ser definido como promiscuidade artística, já que com Gil Amâncio, Tatu Guerra e DJ Rato, eu defendo as cores da Sociedade Lira Eletrônica Black Maria, e, com os dois últimos, mais Chico de Paula e Paulinho Thomaz - que não entrou na história desta vez -, sou mais um do Combo de Artes Afins Bananeira-ciência. Funcionou como se fôssemos um bando só. Vejam abaixo, em absoluta primeira mão, uma das fotos feitas pelo craque das lentes Foca Lisboa.
Escrito por ricardo aleixo às 21h15
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